O Brasil no corredor da morte
O Brasil no corredor da morte
Por Álvaro H. Metzger
Não é
novidade alguma que o Brasil está sendo dominado pelo comunismo, através de
suas maiores instituições: o Legislativo, o Executivo, o Judiciário e as Forças
Armadas.
O que
surpreende é a rapidez e a transparência com que isto vem acontecendo. Até quinze
ou vinte anos atrás os representantes destas instituições ainda conseguiam
esconder sua falta de caráter e saquear o país de forma mais sutil. Hoje, a
falta de caráter está escancarada diante dos olhares atônitos dos brasileiros,
principais culpados por toda esta situação.
Um
nazifascista togado se utiliza de seu poder, lhe conferido por ele mesmo, para
obrigar médicos a praticarem aborto de bebês de até nove meses de gestação, no
ventre de suas mães.
Um
desqualificado, de terno e gravata, se recusa a pautar o impeachment do ditador
nazifascista, porque se tornou amante dele.
O descondenado
de nove dedos ordena seus capangas, os bandidos do MST, a atearem fogo nas
fazendas, culpa os proprietários e, agora, quer confiscar essas fazendas para
vendê-las a preço de banana para o comunismo chinês, prenunciando um Holodomor
brasileiro.
Isso tudo
pode parecer uma novela da Rede Globo, mas não é. Trata-se da realidade do
nosso país.
Mas, como eu
disse, o responsável por esta calamidade é o próprio brasileiro. Não todos, é claro, mas uma maioria de
acomodados, aproveitadores e covardes.
O que se
esperar de um pai que percebe que o vizinho comprou um carro novo, mas não
percebe que o próprio filho está derretendo o nariz com cocaína?
O que se
esperar de uma mãe que fica três horas no salão de beleza, ouvindo fofocas e
detalhando suas “escapadinhas”, mas não dispõe de dez minutos para perguntar à
filha o motivo de ela estar triste, dizendo que “isso é normal na adolescência”?
De homens e
até de mulheres que conhecem a vida de todos os jogadores do seu time preferido
de futebol, mas não sabem as notas escolares dos próprios filhos?
Como pode
dar certo um país onde as pessoas passam o domingo inteiro em reuniões
familiares, entre amigos, churrascos e por aí afora, mas não têm uma hora para
irem a uma missa ou a um culto?
E não é só
isso. Os brasileiros que ainda poderiam fazer algo pelo país, ainda acreditam
que manifestações de vinte e quatro horas e eleições podem mudar os rumos do já
agonizante Brasil.
Se todas
estas pessoas não mudarem seus comportamentos, a pá de cal será jogada mais
cedo do que qualquer um possa imaginar.
O momento
requer um esforço sobre humano de toda a população, independente de suas
ideologias. É claro que não se pode esperar nada dos esquerdistas doentes, mas
pelo menos ainda existe uma chance de os brasileiros do bem fazerem algo pelo
país. Só que resta pouquíssimo tempo para que se faça algo.
Este é o
momento de uma grande paralização de todos os setores da economia brasileira.
Indústria, comércio, agropecuária, transportes e prestação de serviços devem se
unir e parar suas atividades, deixando de recolher impostos até o
estrangulamento do sistema putrefato e fétido que avança sobre nós.
Se esta
paralização não acontecer imediatamente, Cuba e Venezuela parecerão paraísos
perto do que restará do Brasil.
Se as
pessoas não querem fazer isso por si próprias, façam por seus filhos, netos e,
por fim, por todas as próximas gerações.
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